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Ilê Ifê Yemanjá Asé Aganju
Iyalorixá Branca de Yemanjá
📍Santa Susana - Sintra - Portugal
Maestro João Martins e Maria Bethânia emocionam na inauguração da Qualistage
Antigo Metropolitan, casa de shows Qualistage estreia em grande estilo Este último final de semana foi especial para os admiradores do maestro e pianista João Carlos Martins e da cantora Maria Bethânia, que lotaram a mais nova casa de espetáculos multiuso, o Qualistage. Com instalações modernas, o local tem capacidade para 9.500 pessoas em pé e 3.500 sentadas, com diversas configurações possíveis. O novo empreendimento une os empresários Dody Sirena, Alexandre Acioly e Bernardo Amaral, e tem o patrocínio da Qualicorp, gestora de planos de saúde. O espetáculo ‘João Carlos Martins e Maria Bethânia In Concert - de Beethoven a Bethânia’ foi acompanhado pela Orquestra Bachiana Filarmônica SESI-SP. Anfitrião da apresentação (que ocorreu também no domingo, 13), o maestro João Carlos Martins abriu a noite com o Segundo movimento do Concerto para piano nº 5 (Beethoven, 1811) e o Primeiro movimento da Sinfonia nº 5 (Beethoven,1908). Em seguida, Maria Bethânia foi convidada ao palco pelo maestro, sob os aplausos embevecidos da plateia. A cantora iniciou sua participação com a canção ‘Sonho impossível (The impossible dream) (Joe Darion e Mitch Leigh, 1965, em versão em português de Chico Buarque e Ruy Guerra, 1972). Memorável, forte e emocionante, o encontro dos dois grandes ícones da música reuniu sucessos da carreira de Bethânia, como Ronda, Olhos nos Olhos e Reconvexo. - Tanto tempo sem cantar para o público, que quando ouço essa notinha fico logo assim (animada), disse Maria Bethânia se referindo à introdução da canção Reconvexo. Este foi o primeiro compromisso da cantora com o público depois do início da pandemia. Na sequência, o maestro surpreendeu a cantora e o público com uma homenagem à convidada. - Bem, eu e a Bethânia temos algumas coisas em comum. Primeiro, há muitos anos temos o mesmo médico. Segundo, a Bethânia e eu fizemos um concerto juntos. Foi uma emoção grande, e ela é uma pessoa como eu, que acredita que a música é uma das maiores ferramentas para a inclusão social. Temos em comum a frase que falei na TV: "A ciência cura o corpo, e a arte cura a alma”, afirmou o maestro para delírio de todos. Logo depois, ele se dirigiu ao piano e tocou ‘Tributo a Ennio Morricone’ em reverência à Bethânia, que ficou debruçada sobre o instrumento musical. Maria Bethânia retribuiu o carinho, e homenageou o maestro com a canção ‘Se todos fossem iguais a você’, de Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes. Um dos momentos solenes do espetáculo foi a execução da música “Trem das Onze”, conduzida pelo maestro e sua orquestra, com a participação especial da plateia, que formou um coro formidável na condução do clássico de Adoniran Barbosa. A participação calorosa dos espectadores continuou quando Bethânia trouxe “O que é, o que é”, de Gonzaguinha. Nesta hora muitos não resistiram, e se levantaram das cadeiras para aproveitar o clima vibrante gerado pela música. No fim da apresentação, a plateia pediu mais. Maria Bethânia e João Carlos Martins que já tinham se retirado do palco, retornaram e presentearam o público com a valsa ‘Luíza’, por maestro João Carlos Martins, e ‘Lágrima’ interpretada por Maria Bethânia. A casa volta a receber novos espetáculos nos próximos dias. Maria Rita, Jorge e Mateus, Glória Groove e Preta Gil são as atrações seguintes. LEANDRO RIBEIRO jornalista e editor do site Pauta Rio Instagram: @leandroribeirof leandroribeiro@pautario.com.br


